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Onde nos escondemos diante de uma afronta emocional?


Onde nos escondemos quando somos afrontados?

Com as brincadeiras de infância, podemos ter uma ideia de que todos nós sabemos o que é se esconder. Esconde-esconde, sisconda, pique-esconde ou tontonguê. Não importa a época ou a região, dificilmente uma infância não teve encontros de amigos marcados por essa brincadeira.

Mas onde buscamos nos esconder para não sermos encontrados quando somos afrontados?

Acredita que isso não acontece com você?

O que é uma afronta?

Toda vez que somos ameaçados emocionalmente, conduzimos nossa atenção, com leve ou grande intensidade, para o movimento daquele episódio. E todo movimento externo gera internamente um perigo real para nossa mente.

Assim, todas as ações internas reagem, seja física ou mentalmente.

Como exemplo, trago uma menina que viu seu cabelo ser levantado por um colega, em um gesto de provocação.

Para essa garota, o cabelo possui um significado de intimidade. Para o garoto, esse significado não existe.

O que acontece internamente com ela?

As emoções da garota instantaneamente são liberadas para sua consciência, assim como toda a análise de como reagir diante do episódio.

Seu movimento interno acontece como uma luta, como um diálogo ou como uma explosão.

Mas os agentes que lutam, que conversam entre si ou que acionam a bomba são dependentes de um filtro inconsciente.

O que é esse filtro inconsciente?

Todos nós possuímos uma barreira natural diante de informações que consideramos difíceis de aceitar, reconhecer como verdade, concretizar por algum medo ou integrar à nossa forma de viver sem completude.

Como são os nossos diálogos internos?

Talvez seja por isso que os diálogos internos tenham se tornado uma das minhas maiores observações.

Durante minha vida, considerei ser muitas coisas, desde estilista até teóloga. Mas foi na escuta psicanalítica que iniciei uma dedicação maior à observação dos fenômenos da mente humana.

Com o passar do tempo, os estudos sobre diversas linhas do pensamento filosófico e uma investigação sobre mim mesma, como reajo e como observo meus pensamentos, abriram o caminho da escrita.

Escrevi O Humano sem Higiene Mental e agora lanço o segundo livro, Quem sou na Fila do Silêncio.

É nesse livro que falo dos diálogos internos.

Escrevi que nunca estamos em um monólogo quando estamos sozinhos.

As vozes de muitos diálogos ganham destinação, ganham presença e, muitas vezes, nem nos damos conta disso.

Uma agulha conversa com a linha e com o tecido.

Nós conversamos com nossas memórias, com nossos desejos e com aqueles que fazem parte da nossa história.

Mas uma coisa me chama a atenção, e espero que chame a sua também:

Quem sou eu que observo meus pensamentos quando não estou com o barulho mental roubando a cena?

Escritora e Terapeuta em Londrina

Sou a terapeuta que confidencia procurar essa resposta em si mesma.

Sou a terapeuta que acredita que essa resposta merece ser procurada.

Sou a terapeuta que escreve e que, nos oráculos, no blog e nos livros, compartilha essa pergunta.

Sou a terapeuta que, na liberdade de estar em sua presença, acolhe você em minha sala de atendimento presencial em Londrina ou, no conforto de sua casa, por meio de videochamadas online.

Sou a escritora que deixa suas indagações para aqueles que pertencem à mesma busca.

Para maiores informações:

Acesse aqui : Fale comigo ou Conheça os Livros















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